Este post é só mesmo para «encher chouriços».
(ainda pensei meter aqui a imagem de uns chouriços, mas depois lembrei-me... whatever.)
Blogue impessoal e transmissível
Este post é só mesmo para «encher chouriços».
(ainda pensei meter aqui a imagem de uns chouriços, mas depois lembrei-me... whatever.)
Tornamo-nos cotas quando começamos a achar fofinhas e queridas as crianças, ai tão lindas que elas são... mas continuamos suficientemente jovens enquanto acharmos insuportáveis os berros estridentes daqueles pirralhos, porra!
É um frenesim que despoletas no seio da alma. Sem medo na presença, conquanto o transe que provocas, redundantemente hipnótico no vazio que haja sobre ti, sejas um tormento. É o tom da fronteira, a muralha entre o tudo e o nada, ao som da incerteza que gera o nervoso que há em mim, que é o logos desta estupidez tão razoável. As dúvidas que despertas, as questões que tão maliciosamente amordaças, são o alimento e o veneno sagaz da cegueira que lanças. Apaziguando a entropia do espírito, não me peças para explicar isto, ok?
Aqui vai, um post sobre o homem do momento, o momento histórico para a humanidade, etc. etc. com o qual este blogue simpatiza e está solidário, mas entende ser demasiado sério para aqui ser tratado. Assim sendo, isto é o que se pode dizer sobre o senador do Illinois recentemente eleito 44.º presidente dos Estados Unidos da América: Obama é fixe.
Há quem tenha vergonha de se mostrar demasiado idealista porque parece mal. Isto acontece porque a lavagem ao cérebro que levámos nos amansou e nos coagiu de pensar. Quem não receia pôr em causa o que lhe foi ensinado não é propriamente o tipo de pessoa que consome qualquer porcaria que lhe queiram impingir.
Para ler na íntegra, no Bitaites.
Entre outras coisas, isto não seria permitido no Estado Novo. Ainda bem que o regime morreu. Palmas!
P.S.: Já vi os vídeos sobre tupperwares, com a Alexandra Lencastre.
Enquanto conversava com uns colegas sobre a teoria do utilitarismo de Hume, Teotónio -- o totó -- foi abordado pela miúda gira do laboratório. Madalena aproximou-se com aquele ritmo harmónico que lhe é característico e que deixa qualquer átomo de hidrogénio em puro estado de plasma. Sussurou-lhe ao ouvido uma proposta irrecusável, mas eis que:
-- O quê?! Ir ao Bairro Alto?! Estais doida?
-- Então... porque não? Íamos lá beber um copo e tal...
-- Mas eu não bebo! É uma questão de princípio.
-- Pronto... mas podias fazer-me companhia, íamos a um bar e assim...
-- Mas eu não gosto do Bairro.
-- Porquê?...
-- Porque cheira a xixi!
-- Mas se bebesses, já não cheiravas o xixi!
Vivia num prédio, cujo vizinho contíguo, todo o santíssimo dia quando chegava a casa, ligava o hi-fi e punha a tocar durante duas horas a música "ó careca tira a boina". E nem as vassouradas na parede resolviam amigavelmente a questão. Que fazer? Nada. Apenas esperar pela vingança.
Tempos antes de se mudar para outro sítio, gravou o choro do seu bebé, e quando saía de casa durante um tempo maior, punha o choro a tocar e a tocar o mais alto possível... quem iria reclamar do choro de um bebé?